Chocolate: quem resiste a esse pedacinho de céu?

É indiscutivelmente delicioso e, com moderação, faz bem para a saúde

Redação NBE

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25/09/2024
Chocolate: quem resiste a esse pedacinho de céu? Freepik/NBE

2 min de leitura

Elaborado a partir do cacau, o chocolate passou foi se transformando até chegar às versões que conhecemos hoje.

É difícil resistir ao prazer de um pedaço de chocolate derretendo na boca. O aroma, o sabor e a textura se unem nessa combinação mágica que provoca os sentidos e nos remete a um pedacinho de céu.

Hoje dispomos de uma variedade imensa dessa iguaria, mas o início dessa história começa com uma bebida amarga, que era usada como remédio e considerada sagrada pelas primeiras civilizações da América latina.

Por volta de 1500 a.C., as primeiras plantas de cacau foram encontradas na Mesoamérica antiga (atual México) pelos Olmecas. Séculos mais tarde, os Maias e Astecas também passaram a cultivar e beber chocolate, chamando-a de bebida dos deuses. Um tempo depois (por volta de 1528), o chocolate chegou à Europa pelas mãos dos espanhóis, que dominaram o povo Maia.

No Velho Mundo, a iguaria se popularizou, recebeu outros ingredientes e foi se transformando, até chegar ao produto que consumimos atualmente. Aqui no Brasil, a cultura cacaueira chegou com os portugueses - já com aprimoramento de produção e consumo - em meados do século XVII.

Cacau sobre mesa

Do cacaueiro às barras de chocolate

Dos frutos do cacaueiro são aproveitadas as sementes do cacau. Durante o processo de produção, elas são fermentadas, secas e aquecidas. Depois dessa etapa, são descascadas (se transformam em nibs), torradas e moídas, até virar uma pasta de cacau.

Essa pasta pode seguir para a produção de barras de chocolate, ou para outros processos que resultam em dois produtos: a manteiga de cacau (100% gordura) e os sólidos de cacau (cacau em pó).

Vale ressaltar que, para ser considerado chocolate, esse produto adorado por boa parte da população deve ter pelo menos 25% de sólidos de cacau na sua composição. E é justamente a quantidade de cacau que vai definir as variedades de chocolate que conhecemos (ao leite, meio amargo e amargo). Já o chocolate branco deve conter na fórmula pelo menos 20% de manteiga de cacau, dispensando derivados como a massa de cacau ou os sólidos de cacau (em pó).

Quatro quadradinhos de chocolate em cima do outro sobre fundo branco

Nutrientes e benefícios

O chocolate pode trazer benefícios para a saúde, principalmente as variedades amargo e meio amargo.

Possui proteínas, gorduras, cálcio, magnésio, ferro, zinco, vitaminas E, B1, B2, B3, B6, B12 e C. Tem alto teor de flavonoides - que são benéficos para o sistema cardiovascular - é antioxidante e estimula a produção de serotonina (hormônio responsável pelo bom humor e que auxilia no combate à depressão e à ansiedade).

É claro que o consumo deve ser moderado, principalmente em relação às variedades que levam mais açúcar e gordura no preparo. Mas quem nunca escondeu uma barra de chocolate na gaveta para devorar em frente à televisão?

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