Saúde Integral

18/03/2021 08h00

Doce vida, com moderação

Conheça as principais diferenças entre alguns tipos de açúcares e de adoçantes.

Por Nosso Bem Estar

Azerbaijan/Stockers/Freepik/NBE
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Doce vida, com moderação

O açúcar não precisa ser excluído completamente da alimentação, mas, independentemente do tipo de processamento, o produto deve ser utilizado com muita moderação, a fim de evitar problemas como baixa de imunidade, obesidade e diabetes. Dê preferência sempre para os alimentos orgânicos.  

Mascavo - É o açúcar em forma bruta. Como não passa pelo processo de refinamento, ele conserva cálcio, ferro, magnésio, potássio e outros sais minerais. Possui gosto parecido com caldo de cana.

Açúcar Demerara - Possui coloração mais clara que o açúcar mascavo e cristais úmidos ou transparentes. Não sofre lavagens ou processos de purificação e não contêm aditivos químicos. Semelhante ao açúcar mascavo apresenta maiores quantidades de sais minerais que o açúcar refinado.

Cristal - É apresentado na forma de cristais grandes e transparentes. Passa por leve processo de refinamento, mas mesmo assim 90% das vitaminas são retiradas.

Refinado - Durante o refinamento, alguns aditivos químicos, como enxofre, são adicionados para dar a coloração branca. Nesse processo, porém, algumas vitaminas e sais minerais acabam sendo perdidos.

Frutose: É extraída de frutas e do milho. Muito mais doce que os anteriores, esse tipo de açúcar, apesar de ser natural, tem menos vitaminas que os outros.

ADOÇANTES NATURAIS SÃO ALTERNATIVA SAUDÁVEL

Fuja dos adoçantes químicos. Os naturais são ainda mais saudáveis do que os açúcares. Mas o quesito “moderação” precisa ser mantido por aqui também.

Taumatina - É um adoçante natural de baixo índice glicêmico, muito popular no Japão e em bebidas dietéticas e doces na Europa. Derivada do fruto de uma planta tropical africana, a katemfe.  

Stévia - adoça até 200 vezes mais do que o açúcar. Indicada para receitas que vão ao fogo. Extraída de uma planta nativa da América do Sul, Stevia rebaudiana,

Mel puro - É fonte de enzimas, antioxidantes, ferro, zinco, potássio, cálcio, fósforo, vitamina B2, vitamina B3 e vitamina B6. Ajuda a neutralizar os radicais livres  e promove o crescimento das bactérias do bem (flora intestinal), o que é bom para o intestino. O mel faz bem para a saúde, mas não é a melhor opção para diabéticos.

Açúcar de coco - Apresenta um índice glicêmico baixo e também é fonte de antioxidantes, ferro, zinco, cálcio, potássio e fósforo. Diabéticos não devem fazer uso do açúcar de coco.

 

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